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Daniel Cousland – Escritor

Doses de entretenimento textual

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Trechos de Obras – Construindo o Escritor

Tenho escrito bastante. Não é de hoje, já tem um bom tempo, mas tenho. Em cada novo conto e poema… Mais próximo, mais distante, dissociação de mim. Muitos dos contos já feitos ainda serão revisados mais algumas vezes, e então pretendo os lançar oficialmente no futuro. Alguns curtos diretamente por aqui, outros mais longos em formato bonitinho de ebook.

Mas achei que seria de bom tom postar alguns trechos desta minha jornada, agora que dou início a minha página no facebook (você pode acessá-la aqui), onde postarei citações de artistas e autores que inspiram e refletem o viver.

Como escritor, cresço a cada novo texto. Maneiras distintas de se usar palavras, organizar letras, enredar pensamentos. Então ponderei, de visual novo, por quê não mostrar alguns fragmentos destas minhas vísceras evolutivas por aqui? Espero que gostem e sintam vontade de ler mais. Aos poucos meu acervo vai aumentando… E novas doses de literatura surgem de mim. Continuar lendo “Trechos de Obras – Construindo o Escritor”

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Formiga

E com uma dedada meio arrependida e desajeitada eu morri. Como sei disso? Senti o que o humano sentiu. No milésimo de tempo em que, por reflexo, seu dedo se dirigia a mim, se arrependeu. Claramente não ao bastante, visto que morri, mas ainda assim, tinha algum arrependimento ali. Continuar lendo “Formiga”

Um lanche matutino

Minha garganta se fechava à medida que eu terminava de morder uma massa adocicada. Os ossos de minha arcada dentária permaneciam estáticos, mas os músculos que os preenchiam comprimiam-se ao ponto de me causar dor. Meu nariz não parecia capaz de puxar ar o suficiente para me manter vivo. Meus olhos lacrimejaram de terror. Continuar lendo “Um lanche matutino”

O dia em que o pensamento perdeu seu gingado

A cadência do texto foge de minha cabeça.
Tal absurdo nunca antes ocorrera.
Cadê a musicalidade de minhas letras?

Estou revisando um texto que, por acaso, aparentava ser ideal para botar algumas rimas. Aí o filho da puta começa a pedir rima pra tudo que é lado na revisão… Até que virou uma suruba infernal de rimas que amarrotaram minhas sinapses cerebrais. O que, claro, incluiu minhas capacidades de criação e leitura.

Um exemplo, a frase:

“A sílaba permeava o arrepio de seu pescoço até seu pé.”

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Fluxo de pensamento musical

Indo de cima para baixo na página inicial do facebook foi que te vi. Meu foco não foi ela, se bem que poderia ter sido, mas foi o post. Era um compartilhamento de uma imagem onde uma jovem adulta (que se sente adolescente) estava deitada no chão com a seguinte legenda:

“Quando uma pessoa pedir pra você escutar uma música é porque a letra diz tudo o que ela queria poder te dizer.”

Continuar lendo “Fluxo de pensamento musical”

Baseado em tempos emocionais

[AVISO: Esta leitura pode conter conteúdo que POSSA ser considerado ofensivo para algumas audiências. (A junção de dois “podes”). Recomendada para… Maiores de 14?]

Estávamos sentados em seu carro fazia alguns minutos. Ele havia começado a bolar um baseado enquanto eu observava a chuva lá fora. Abri um pouco da janela eletrônica do carro e soprei o ar frio.
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Teatro – Um poema inaugural

Os véus negros escondiam sentimentos que ainda estavam por vir.
Sob o luar pude ouvir um sino cair.
Senti seu volume caindo no chão,
espatifou-se, fui eu, foi em vão. Continuar lendo “Teatro – Um poema inaugural”

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